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COBOS MALBEC 2008

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Meu amigo Fábio Moisés tinha na adega uma garrafa de Cobos Malbec 2008 que há anos vinha prometendo que iríamos degustar. Chegou o dia e junto com o Cobos outros vinhos tops foram "destapados", abrilhantando a noite e os debates. E que debates!!! Num grupo de degustação onde todo mundo é fanático, sempre uma polêmica ou outra acontece, mas, no final das contas, o que prevalece é o vinho e a amizade. Destaque também para um frango com salsão e creme de leite que o Fábio Luiz preparou. Excelente! Comi tal qual um morto de fome. Espero repetir a experiência. Vamos as notas de prova: Presentes: Fábio Moisés (anfitrião), Fábio Luiz de Floripa, Seba sommelier da Vera Vinos e este apaixonado blogueiro do vinho. 1) Pommery Royal Brut NV, Champagne, França: coloração perfeita ainda clarinha e esverdeada. Perlage minúsculo e de persistência média. No nariz é bastante fresco e com boa mineralidade, lembrando pera, limão, maresia/pedra calcária (aquela mineralidade caracter...

ConFronteira - Pinot Noir e jantar festivo.

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Na reunião de agosto da ConFronteira o destaque coube a Pinot Noir, nobre casta, mas que ainda encontra alguma resistência aos paladares dos enófilos de nossas cidades. Por gerar vinhos mais leves e com frequência mais ácidos, nossos amigos estranham a sutiliza da Pinot Noir, e por isso sua aceitação tem sido difícil. Visando quebrar esse paradigma, a seleção dos vinhos foi criteriosa, com destaque para um Louis Jadot Corton Grand Cru 2009 que comprei em Ciudad del Este, certamente um referencial importante para os mais incautos que, se não gostarem desse exemplar de Pinot, definitivamente deverão seguir firmes na Malbec!!! Vamos aos vinhos provados na degustação e posteriormente durante o jantar (Obs: algumas fotos ficaram faltando): 1) Montes Pinot Noir Outer Limits 2014, DO Zapallar Coast, Aconcagua Limit, Valle de Colchagua, Chile: minha primeira experiência com esse vinho, oriundo de uma das mais recentes linhas de produto da bodega Montes. Região de extremos e...

DEGUSTAÇÃO DE TOPS ARGENTINOS.

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Há quase um mês fui convidado por meu amigo Leo, da enoteca Casagrande, para provar alguns vinhos de sua adega particular. Criteriosamente selecionados pelo anfitrião, pude provar três vinhos que ainda não havia provado e as impressões foram as melhores possíveis, com destaque para o Octava Superior que realmente superou minhas expectativas. Vamos às notas de prova: 1) O.Fournier Malbec Vista Flores 2008, 15,0% v/v. Um dos tops da vinícola O. Fournier, que com essa linha de produtos está buscando expressar o melhor de cada terroir argentino. Nesse Malbec temos a mais pura expressão da Malbec em Vista Flores, Valle de Uco, local de excelência para Malbecs intensos, florais, elegantes e com grande intensidade de sabor. O estilo é clássico, potente, violáceo e concentrado. Estagia 20 meses em barricas novas, sendo 80% francesas e 20% americanas. Intenso no nariz, fragrante, "perfumado" e com ótima complexidade, com destaque para a "ciruela" madura, mirtil...

BODEGA LOS HAROLDOS

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Degustação dos vinhos da Bodega Los Haroldos promovida pela Enoteca Casagrande aqui da Tri-Fronteira catarinense. Desde já agradeço ao Leo e a Talita pelo convite e pela oportunidade. A apresentação dos vinhos e a palestra ficou a cargo do sommelier da vinícola que está percorrendo as províncias argentinas para fazer a divulgação dos vinhos. De uma forma geral os vinhos não são caros e apresentam boa relação preço/qualidade, mesclando um caráter tipicamente argentino a um perfil moderno e fácil de gostar que o consumidor está buscando atualmente. Deixo às minhas notas de prova dos vinhos degustados no evento: Los Haroldos Extra-Brut NV, 12,4% de álcool: blend de 70% Chardonnay e 30% Sauvignon Blanc. As uvas provém do Valle de Uco e o espumante é elaborado pelo método Charmat. Bem clarinho, fresco, pouco complexo e com borbulhas miúdas, mas de pouca persistência. No geral é bastante agradável, entre bom e muito bom, primando pela frescura e vivacidade. Para tomar aos grandes g...

ConFronteira - Cabernet Sauvignon - Julho de 2017.

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Grandes Cabernets na ConFronteira - nossa confraria de vinhos de Dionísio Cerqueira, Barracão e Bernardo - na reunião de julho de 2017. Desde já agradeço aos presentes e os convoco para nosso evento festivo no mês de agosto. O tema da reunião era a uva Cabernet Sauvignon e para tanto selecionamos alguns vinhos bem representativos da nobre casta, com destaque para o Lota 2009 e o DV La Piramide 2011, ambos excelentes. Nosso confrade e sommelier Sebastian ficou a cargo do terceiro vinho e nos brindou com o Tacuil Cabernet Sauvignon 2015, num perfil completamente diferente dos anteriores e por isso de grande relevância para o aprendizado. Vamos as notas de prova: Tacuil Cabernet Sauvignon 2015, departamento de Molinos, Salta, Argentina, 15,9% v/v: a bodega Tacuil está no sudoeste dos Valles Colchaquíes e conta com um dos vinhedos mais altos do mundo a quase 2600 metros sobre o nível do mar. O vinhedo tem apenas 10 hectares, sendo 4 dedicados a Cabernet Sauvignon. N...

ENOTECA CASAGRANDE - GRUPO PEÑAFLOR.

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Evento memorável promovido pela Enoteca Casagrande aqui na Tri-Fronteira. O sommelier Raul Mazza, embaixador do grupo Peñaflor, promoveu uma degustação comentada de ótimos vinhos das bodegas El Esteco, Trapiche e Navarro Correas, todas integrantes do grupo. A qualidade do Iscay e do Orellana Malbec são incontestáveis, com inúmeros prêmios e distinções pela crítica internacional. Mas o destaque ficou por conta da nova linha Old Vines da bodega El Esteco, vinhos com um perfil moderno e grande apelo mercadológico. Destaque para o Torrontés da linha, que apesar de não ter sido degustado, foi premiado como o " melhor Torrontés " do ano no Guia Descorchados 2017. Vamos às notas de prova: El Esteco Old Vines Criolla 20015, com 14,2% de graduação alcoólica: vinho muito interessante, clarinho e pouco complexo. A coloração parece ligeiramente evoluída, quase como um rosé escuro. No aspecto olfativo, destaque para as notas de rosas e framboesas frescas, além de anis es...

Amarone GIUSEPPE QUINTARELLI 2000.

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Sou fã de Amarone, meu vinho italiano predileto; uma questão de gosto pessoal. Segundo Tommasso Bussola, grande produtor de Amarone importado pela Decanter, minha família Maran seria proveniente de Marano, uma das principais sub-regiões do Amarone, o que certamente me ainda maior apreço pelo vinho. O processo singular de elaboração do Amarone, com parte de suas uvas em estado de passas, lhe confere um caráter e uma complexidade únicas, que encantam imediatamente quem for provar, mesmo que essa pessoa não esteja acostumada com vinhos. De todos os produtores de Amarone existentes, é bem provável que Quintarelli seja o mais cultuado e cobiçado, produzindo vinhos lendários e igualmente caros. Em junho de 2016, foi agraciado com a oportunidade de prová-lo e não titubeei em aceitar o convite, pois oportunidades como esta são raras na vida. Passo aos vinhos da noite: 1) Deux Montille – AOC Rully 2008, 12,5% v/v: clarinho, fresco, com pouca intensidade aromática e pouc...